quinta-feira, 14 de maio de 2015

Parto normal ou parto cesária? Esse é um assunto muito polêmico no Brasil.

O que vocês acham em relação a esse assunto?


Eu sou a favor do parto cesária e a favor do parto normal também, pois cada mulher decide o que é melhor para si e só ela com o apoio de sua médica poderá decidir isso, só a mulher poderá decidir o que é melhor para a sua vida e para vida do bebê, pois é ela quem vai sofrer na hora do parto e não você, porém, sempre consultando a sua médica.




"Algumas mulheres podem ter medo das dores durante o trabalho de parto. Consequentemente, a ideia de evitar estas dores através de uma cesariana permite a muitas mulheres terem uma atitude mais tranquila. Assim, só tem de sentir algumas contrações iniciais e não têm de estar preocupadas com uma episiotomia ou com laceração do períneo.

Outras mulheres gostam do sentimento de segurança e de autodeterminação, já que podem planear esta experiência única. Para estas mães, o mais importante é ter tudo “sob controle".


 O objetivo da ANS e do Ministério da Saúde é estimular a realização dos partos normais. Segundo Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país onde mais se realizam cesáreas no mundo. As taxas chegam a 84% no sistema privado e a 40% no SUS -- o recomendado pela OMS é 15%. As novas regras geraram opiniões divergentes entre especialistas.


Com essas novas medidas o Brasil espera reduzir o alto número de cesárias no Brasil, hoje o País onde mais se realizam cesarianas em todo o mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, na rede privada 84% dos partos são cesarianas. No SUS, o índice chega a 40%. A OMS recomenda 15%.

Segundo a ANS e o Ministério da Saúde, outras medidas virão após uma consulta à sociedade civil para angariar mais sugestões de como reduzir o número de cirurgias no Brasil.

 Segundo um estudo da American Journal of Obstetrics and Ginecology, o número de óbitos maternos é 10 vezes maior em cesarianas que em partos normais. No caso dos bebês, a mortalidade infantil para nascidos em cesáreas é 11 vezes maior quando comparada aos nascidos em partos normais. Isso acontece porque a cesárea é uma intervenção cirúrgica e, como tal, envolve riscos. Além do mais, estudos apontam que bebês nascidos de parto normal têm menor propensão a doenças respiratórias, autoimunes e até obesidade.


Segundo a pesquisa Nascer no Brasil, divulgada em setembro de 2014 e coordenada pela ENSP/Fiocruz, 28% das brasileiras desejam ter uma cesariana já no início de sua gestação. Esse resultado, contudo, merece uma ponderação. Os planos de saúde e os obstetras a eles vinculados vêm sistematicamente estimulando a fazer cesarianas. Criou-se uma "cultura da cesárea" no Brasil. Um dos efeitos desta iniciativa governamental é começar a equilibrar essa percepção, mas tal trabalho pode levar décadas.


A cesariana deveria ser uma cirurgia de emergência, utilizada apenas quando complicações impedissem o parto normal.



Porém, é sabido que fazer cesária ou parto normal é uma escolha da mulher, e ninguém tem o direito de tomar essa decisão por ela, e se cesária é a melhor opção então é assim que deve ser, e se parto normal for a melhor opção isso também deve ser respeitado, pois somos livres em direitos e deveres, e fazemos as nossas próprias escolhas, sempre com bastante cautela. 






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