terça-feira, 19 de maio de 2015

"A ira de um anjo" A vida de Elizabeth Thomas, uma história de superação



Não gosto de explorar essas coisas e nem o sofrimento alheio, mas eu quero mostrar com esse documentário "A ira de um anjo" Child of Rage”, exibido pela HBO em 1992, que mostra que crimes sexuais podem marcar a vida de uma criança para sempre, atrapalhando a sua vida social, emocional, sua autoestima, seu convívio com as pessoas, deixando marcas em sua alma e isso ser refletido em seu comportamento de uma maneira muito cruel.


Se você tem um pouco de humanidade, é impossível não se emocionar com essa história, é muito dolorosa, mas também é uma história de superação.

E também serve para mostrar que as coisas podem se tornar melhores, basta querermos.

Eu não acredito em contos de fadas, mas eu acredito que o mundo pode ser melhor, e sim, eu sou muito sonhadora e idealista, mas se fizermos a nossa parte as coisas podem ser melhores, e o mundo pode ser melhor.





O irmão de Beth também sofreu abusos da parte dela, com todo aquele ódio que ela tinha dele, mas esse documentário é sobre Beth.

Essa é a história de uma criança chamada Elizabeth Thomas, que por volta de 1983 quando tinha apenas 1 ano de idade, sua mãe biológica veio a falecer após o nascimento de seu irmão, e os dois ficaram aos cuidados do pai biológico, que começou com intensos abusos sexuais contra a Beth. Os dois foram levados para adoção por Assistentes Sociais, e quando ela tinha 1 ano e 7 meses e seu irmão 7 meses, os dois foram adotados por um casal, Tim e Nancy Thomas que não podiam ter filhos, e eles não podiam se conter de tanta felicidade com a chegada daquelas duas crianças na vida deles.
Mas o que eles não sabiam é sobre o passado daquelas crianças e o quão difícil isso se tornaria para eles, o casal começou a perceber comportamento estranhos de Beth após algum tempo, ela ainda se lembrava de todo o abuso que ela havia sofrido ainda na primeira infância pelo próprio pai biológico, e tinha sonhos com "um homem que caia sobre ela e a machucava com uma parte dele".

Beth costumava maltratar os animais e tentava constantemente matar seu irmãozinho John, pois ela tinha muito ódio dentro dela, sempre que podia o molestava e/ou fazia algo que lhe causasse dor, ela chegou a pegar facas que estavam na lava louças e escondeu com a intenção de matar seu irmão, sua mãe e seu pai, ela também machucava animais com agulhas e chegou a matar passarinhos no ninho.

Tudo o que ela viveu em sua primeira infância de abusos praticados pelo pai biológico, mexeu com todo o seu psicológico, sua auto estima, e ela reproduzia tudo aquilo que ela viveu, ela foi muito machucada e queria descontar tudo isso em outras pessoas, sem um pingo de compaixão, ela não queria ficar perto de outras pessoas e não confiava em ninguém, ela não sentia amor por ninguém, não sentia afeto, não tinha sentimentos, e era de uma frieza assustadora, seus pais começaram a trancar a porta de seu quarto durante à noite para que ela não machucasse mais seu irmão, pois durante um tempo ela batia no estômago de John todas as noites.


Veja o documentário completo aqui:



Seus pais buscaram ajuda de profissionais e em Abril de 1989, Beth foi encaminhada para uma casa especializada em cuidar de crianças com desordem emocional, Beth foi diagnosticada com Transtorno de Apego Reativo, que é um grave distúrbio psicológico, e conseguiram juntos com muito amor e afeto mudar a história de Elizabeth Thomas para melhor.





Beth hoje é uma mulher incrível atualmente, a história dela trás esperança também para os profissionais da área. Ela obteve licenciatura em enfermagem, e é autora de um livro chamado "Mais do que uma linha de esperança", hoje ela trabalha em um hospital cuidando de bebês frágeis, e junto com a sua mãe ajudam crianças que sofreram qualquer tipo de abuso na clínica que elas abriram. Ela é uma grande  guerreira e serve de inspiração para muita gente, apenas uma criança que passou por tudo isso, mas que superou com muito amor, e a ajuda dos profissionais que a ajudaram foi indispensável para a melhora também.








segunda-feira, 18 de maio de 2015

PERSONAGENS HEROÍNAS MULHERES

Machismo nos quadrinhos: A Super Girl é uma heroína que usa saias super curtas, sendo assim atraindo um público "machista masculino", muitas vezes sendo um fetiche para esse público, não poderia ser mais machista e sexista que isso.






Mas vamos lá, geralmente quando fazem personagens heroínas femininas fazem sempre em segundo plano, sempre a coadjuvante da série ou para fazer par romântico com alguém, senão não teria porque colocá-las na série pra eles né, isso é visto bem dessa forma. 
Sabemos que heroínas femininas tem gerado bastante lucro, mas sendo assim eles apelam para a sexualidade da mulher, como se mulher não tivesse algo melhor a oferecer.

Ainda vemos em muitos filmes e séries personagens femininas servindo apenas para "enfeitar" a série, e sempre fazendo essas personagens serem as chatas da série, até mesmo quando são escritas por mulheres, lamentável.

Claro que tem muitas personagens femininas que eles escrevem ótimos, mas na maioria das vezes quando são escritos por homens são sempre muito apelativos para a sexualidade. 


Assim como acontece nos jogos de vídeo games, sempre apelando para a mulher com os peitos grandes e pra fora, não que isso tenha algum problema, mas sempre sensualizando o corpo da mulher de uma forma ofensiva para o público feminino, pois não levam personagens femininos tão a sério como levam os personagens masculinos.






Espero que comecem de verdade a valorizar as personagens mulheres como heroínas de verdade e não um fetiche para homens. 






Veja a Viúva Negra é uma heroína SUPER FORTE, INDEPENDENTE, que tem ganhado milhões de fãs em vários países, porém, é sempre a coadjuvante, nada mais que isso.





Já a Mulher maravilha é a PERSONAGEM FEMININA MAIS FAMOSA DOS QUADRINHOS, é uma heroína SUPER FORTE, que tem capacidade para voar, super veloz, INTELIGENTE, INDEPENDENTE, LIVRE, CORAJOSA e muito bonita também, só que sensualizaram o corpo dela chamando mais atenção para isso do que as coisas que ela faz, do que a heroína que ela realmente é. 
Mas fora isso a personagem dela mostra que a mulher não é inferior ao homem, e que a mulher não é aquele ser desprezível da forma que ainda são vistas por muitos por aí.

A personagem Mulher Maravilha foi criada em 1941, 3 anos depois que o Super Homem foi criado. Mas ainda não teve tantas aparições e tantas super produções nos cinemas quanto os heróis masculinos, e os heróis que foram criados na mesma época em que ela,  que foram o Super Homem e o Batman, no final dos anos 30.

Mas não somente como uma forma política, heroínas femininas tem ganhado a mídia e a admiração de muitas pessoas, de mulheres e homens, e como esses escritores tem lucrado bastante com personagens femininos, começaram a investir mais a princípio por causa do lucro mesmo. 


Chega da sociedade ver as mulheres apenas como procriadoras e cuidadoras do lar.

Mulheres são seres humanos, que tem sonhos, objetivos, vontades próprias, opiniões próprias, dignidade, respeito e que merecem ter todos os direitos assim como os homens também.










sexta-feira, 15 de maio de 2015

IMAGINE UM MUNDO MELHOR E FAÇA A SUA PARTE



Imagine um mundo sem guerra, um mundo sem discriminação, sem preconceitos e sem ódio.

Imagine um mundo onde as mulheres e homens possam caminhar nas ruas  sem medo da violência, sem medo de algo inesperado, sem medo de outras pessoas.

Imagine um mundo onde todas as pessoas possam ser respeitadas pela pessoa que são e não pelo dinheiro que possuem, onde as pessoas possam sonhar, trabalhar e escolher que profissão seguir, com oportunidades iguais para todos.

Imagine um mundo onde as pessoas não sejam humilhadas pela etnia, pela orientação sexual, pela cor do cabelo, pela roupa que usam, pela religião que seguem ou pelo simples fato de serem diferentes das outras pessoas. 


Imagine um mundo onde o respeito é a base de todas as outras coisas, onde o respeito cabe em todos os lugares, onde o respeito fizesse parte da vida de todas as pessoas em cada continente do mundo, onde as pessoas soubessem que tem os mesmos direitos e deveres que todas as outras pessoas e respeitassem isso.




Imagine um mundo igualitário e mais justo, onde as mulheres e homens são vistos como seres humanos iguais, onde mulheres  fossem respeitadas como seres humanos que são, onde não sofressem discriminação e nem violência pelo simples fato de serem mulheres.

Imagine agora, apenas imagine... que o mundo pode ser melhor de verdade.
Fazendo a sua parte você já estará dando um grande passo para que o mundo se torne melhor.

Para que os seres humanos possam ser melhores você precisa fazer a sua parte.


Transmita respeito pelas pessoas, transmita caridade, transmita amor, transmita humanidade. 


Passe essa ideia adiante.










quinta-feira, 14 de maio de 2015

Parto normal ou parto cesária? Esse é um assunto muito polêmico no Brasil.

O que vocês acham em relação a esse assunto?


Eu sou a favor do parto cesária e a favor do parto normal também, pois cada mulher decide o que é melhor para si e só ela com o apoio de sua médica poderá decidir isso, só a mulher poderá decidir o que é melhor para a sua vida e para vida do bebê, pois é ela quem vai sofrer na hora do parto e não você, porém, sempre consultando a sua médica.




"Algumas mulheres podem ter medo das dores durante o trabalho de parto. Consequentemente, a ideia de evitar estas dores através de uma cesariana permite a muitas mulheres terem uma atitude mais tranquila. Assim, só tem de sentir algumas contrações iniciais e não têm de estar preocupadas com uma episiotomia ou com laceração do períneo.

Outras mulheres gostam do sentimento de segurança e de autodeterminação, já que podem planear esta experiência única. Para estas mães, o mais importante é ter tudo “sob controle".


 O objetivo da ANS e do Ministério da Saúde é estimular a realização dos partos normais. Segundo Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país onde mais se realizam cesáreas no mundo. As taxas chegam a 84% no sistema privado e a 40% no SUS -- o recomendado pela OMS é 15%. As novas regras geraram opiniões divergentes entre especialistas.


Com essas novas medidas o Brasil espera reduzir o alto número de cesárias no Brasil, hoje o País onde mais se realizam cesarianas em todo o mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, na rede privada 84% dos partos são cesarianas. No SUS, o índice chega a 40%. A OMS recomenda 15%.

Segundo a ANS e o Ministério da Saúde, outras medidas virão após uma consulta à sociedade civil para angariar mais sugestões de como reduzir o número de cirurgias no Brasil.

 Segundo um estudo da American Journal of Obstetrics and Ginecology, o número de óbitos maternos é 10 vezes maior em cesarianas que em partos normais. No caso dos bebês, a mortalidade infantil para nascidos em cesáreas é 11 vezes maior quando comparada aos nascidos em partos normais. Isso acontece porque a cesárea é uma intervenção cirúrgica e, como tal, envolve riscos. Além do mais, estudos apontam que bebês nascidos de parto normal têm menor propensão a doenças respiratórias, autoimunes e até obesidade.


Segundo a pesquisa Nascer no Brasil, divulgada em setembro de 2014 e coordenada pela ENSP/Fiocruz, 28% das brasileiras desejam ter uma cesariana já no início de sua gestação. Esse resultado, contudo, merece uma ponderação. Os planos de saúde e os obstetras a eles vinculados vêm sistematicamente estimulando a fazer cesarianas. Criou-se uma "cultura da cesárea" no Brasil. Um dos efeitos desta iniciativa governamental é começar a equilibrar essa percepção, mas tal trabalho pode levar décadas.


A cesariana deveria ser uma cirurgia de emergência, utilizada apenas quando complicações impedissem o parto normal.



Porém, é sabido que fazer cesária ou parto normal é uma escolha da mulher, e ninguém tem o direito de tomar essa decisão por ela, e se cesária é a melhor opção então é assim que deve ser, e se parto normal for a melhor opção isso também deve ser respeitado, pois somos livres em direitos e deveres, e fazemos as nossas próprias escolhas, sempre com bastante cautela. 






Homem foi preso ao tentar furtar 2 quilos de carne, mas, o caso comoveu os policiais...

NESSAS HORAS É DIFÍCIL ALGUÉM SE COLOCAR NO LUGAR DE UMA UMA MÃE OU DE UM PAI COMO O DESSE CASO, e sabemos que MUITAS MÃES CRIAM OS FILHOS SOZINHA SEM AJUDA DE NINGUÉM, muito menos a do pai da criança. 
Parabéns a atitude desses policias, que agiram com humanidade e amor ao próximo.

"Na hora de passar as compras no caixa, o homem descobriu que o valor que tinha de saldo – R$ 14 – era insuficiente e tentou esconder a carne na bolsa. Os 2 kg do alimento custavam R$ 26. A ação foi flagrada pelas câmeras de segurança, e o dono do estabelecimento não aceitou as desculpas do homem e acionou a polícia

Trata-se de um eletricista desempregado, que sustenta um filho com o benefício que recebe por mês do programa Bolsa Família, e o dinheiro não havia sido depositado.

Durante o depoimento, na 20ª Delegacia de Polícia (Gama Oeste), ele começou a passar mal. Depois de se acalmar, relatou que, há quase um ano, a mulher dele sofreu um acidente e passou oito meses no hospital. Por isso, Mário perdeu o emprego. Quando ela se recuperou, ela foi morar com um filho de outro casamento, porque a família estava sem dinheiro para lhe atribuir os cuidados necessários.

Diante da situação, o delegado colocou uma fiança estipulada em R$ 270, valor pago por uma agente da Polícia Civil que ficou sensibilizada com a história. Outro agente resolveu dar a ele R$ 30 para que ele pagasse o valor da carne.



Os agentes acompanharam o homem até a casa dele. Machado diz que ele “não conseguia acreditar e não parava de agradecer". 
Disse ele "não quero passar por isso mais nunca mais na minha vida e nem que ninguém passe por isso.

No fim do dia, houve uma vaquinha e os policiais fizeram uma compra de mês. Entregaram tudo na casa dele, por volta de 19h30."