Vamos aprender um pouco sobre o Natal, pra você que acredita que o Natal celebra o nascimento de Jesus Cristo, eu vou te explicar o porque isso está errado.
Há muito mais ocultismo por trás dessa festividade chamada Natal do que você possa imaginar!
A ignorância de muitas pessoas é muito grande ao celebrar o que não sabem o real significado, elas acreditam em tudo o que escutam e em tudo o que é ensinado para elas sem antes pesquisar, buscar a verdade, e assim buscar conhecimento para saber se isso é verdade ou se é um falso testemunho.
O Natal surgiu no ano de 354 d.c e a data foi oficializada pelo Papa Libério. O natal tem origem a uma festividade pagã que comemora o dia do deus sol que posteriormente deram o nome de dia do nascimento de Jesus, ou seja, é uma festa que foi oficializada por um papa, que tem origens pagãs e que nada tem a ver com cristianismo e nem com Jesus, não está escrito na Bíblia o dia do nascimento de Jesus, então se você crê mesmo em Jesus é uma blasfêmia comemorar isso. Evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos Romanos, "Natalis Invistis Solis".
E o que todos estão comemorando na verdade é uma festividade romana, dedicada ao nascimento do deus sol invencível que comemora o Solstício de Inverno.
No mundo romano, a Saturnália que era uma festividade em honra ao deus saturno, que se comemorava de 17 a 22 de dezembro e era um período de alegria e troca de presentes, o dia 25 de dezembro era tido também como o dia do nascimento do misterioso deus solar persa Mitra, "o sol da Virtude"
Por mais que tenham mudado o nome, em espírito continua tendo o mesmo significado e continua sendo a festa pagã de culto ao sol.
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé.
O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se.
O nome Nimrode se deriva da palavra "marad", que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9). Para combater a ordem de espalhar-se.
A Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.
Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de dezembro.
Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal, portanto, a árvore de natal também não tem nenhuma origem cristã, ela tem origem egípcia e é anterior à era Cristã.
Semiramis se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra, Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por mais surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram" em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
Portanto, o verdadeiro Jesus Cristo não nasceu dia 25 de dezembro, e não há nenhuma data específica e nem ordem para celebrá-la. Mas está escrito na Bíblia que devemos lembrar de sua morte, 1 Co 11:24-26; João 13:14-17.



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